terça-feira, 18 de julho de 2017

Capitulo 18 - Never give up but don't let it wear out your love


Nunca desista, mas não deixe desgastar o seu amor


Oliver’s POV

Parece que minha pergunta foi algo absurdo para os ouvidos de Gabriella. Ela me olha sem reação alguma e muito menos uma resposta.

- Então? – Dou alguns beijos no pescoço dela para obter a melhor resposta.
- Você ouviu o que acabou de me pedir? – Ela continua me olhando.
- Sim. Eu pedi pra você vim morar comigo. Você e a Skye.  – Sorrio.
- Você quer casar? – Ela pergunta como se fosse algo muito absurdo.
- É... acho que sim né? – Fico olhando para ela. Não sei casar seria a palavra certa, mas de vamos morar juntos, certamente é um casamento.

Saio de cima dela e a seguro pela mão.

- Vem comigo.
- Calma Oliver, estou pelada. – Ela se levanta e pega a calcinha logo se veste.

Subo com ela para o andar de cima e paro em frente a porta do quarto da Skye que eu ainda não havia pintado justamente para fazer essa surpresa.

- O que tem ai? – Ela me olha.
- Você vai ver. Vem cá! – Tapo os olhos dela com a minha mão e abro a porta.

Caminho com ela para dentro do cômodo, acendo a luz e em seguida tiro a mão dos olhos dela. Gabriella arregala com os olhos e leva as mãos até a boca. Ela estava surpresa. Dava para ver os olhos dela brilharem assim que ela olhava cada detalhe do quarto rosa.

- Oliver... Você... – Ela me olha.
- Sim, eu fiz esse quarto. Quer dizer, eu pintei e comprei os móveis. – Sorrio.
- É lindo, muito lindo. – Ela sorri. Me aproximo e abraço por trás.
- E agora? Você vem morar comigo?
- Eu... eu não sei. – Ela continuava olhando o quarto.
- Por que não sabe? – A viro para mim. – Somos uma família agora. Sei que pra você isso é um choque, sei que nunca passou pela sua cabeça que um dia eu iria querer me casar. – Acaricio o rosto dela. – Mas tudo o que passamos longe um do outro, me fez entender que eu preciso de você mais que tudo na minha vida. – Ela fica me olhando. – Preciso de você e da nossa filha.

Ela sorri delicadamente, segura minha mão e a beija.

- Eu acredito em você. – Ela seguro meu rosto e me beija calmamente. – Eu só vou esperar minha mãe voltar para o Brasil. Será semana que vem. – Ela passa a mão nos meus cabelos. – Tabom?
- Tudo bem. Nem uma semana a mais e nem menos. – Olho sério para ela que assente sorrindo.  – Você acha que a Skye vai gostar desse quarto?
- Claro que vai, é lindo. – Ela ri. – Falamos assim como se ela entendesse.
- Pois é. – Sorrio. – E você quer mudar alguma coisa no meu quarto? Quer dizer, no nosso quarto? – Coloco o cabelo dela atrás da orelha.
- Eu acho o quarto perfeito, tudo branquinho. Não quero mudar nada. – Sorrio.
- Certo então, agora vem cá. – Pego ela no colo e saio do quarto indo para o meu.

Chego no meu quarto e a coloco na cama, em seguida começo a beija-la com calma. A vontade de transar é enorme, mas infelizmente é algo que ela não pode ainda.

- Queria que dormisse aqui, mas sei que tem alguém que precisa mais de você do que eu. – Olho pra ela.
- Pois é, precisa e muito. Meu peito não para de chegar leite. – Ela ri. – Mas... – Ela me empurra me tirando de cima dela. – Eu posso aliviar um pouquinho seu tesão. Sua calça está até apertada. – Ela ri.
Me sento na cama e a olho enquanto ela se ajoelha na minha frente e começa a abrir minha calça.
- Da mesma forma que você estava com saudade de sentir o meu gosto, eu estou com saudade de sentir o seu. – Ela morde o lábio.

Levanto o quadril para ajuda-la com a retirada da peça jeans e em seguida ela abaixa a minha cueca também. 

Quem diria que aquela Gabriella tímida, pura, inocente se tornaria essa mulher tão sedutora, cheia de fogo que mexe comigo de uma maneira que nem eu sei explicar.

Ela segura o meu pau com firmeza e aproxima sua boca, coloca sua língua para fora e começa a contornas a cabeça do meu pau enquanto troca olhares comigo. Suspiro e a encaro.  Em seguida e começa a chupar de leve a cabeça do me pau e sinto meus batimentos cardíacos acelerarem. Meu Deus, essa mulher ainda me mata! Gabriella fica por alguns minutos me provocando dessa maneira e por fim o coloca metade na boca. Começa a fazer movimentos de vai e vem com a cabeça, tirando e colocando meu pau em sua boca enquanto sua mão direita segura a base.

- Isso, Sweetchild... chupa todo o pau do seu macho. – A encaro e então ela o coloca todo na boca, posso sentir sua garganta. – Porra, Gabriella.

Meu corpo todo se arrepia mesmo com o calor que estou sentindo. Ela começa a me chupar com mais vontade fazendo a cabeça do meu pau bater em sua garganta por vezes enquanto suas mãos espalmadas se apoiam em minhas coxas. Seguro seus cabelos loiros, agora curtos em um rabo de cabelo mal feito e a conduzo, fazendo-a continuar com esses movimentos.

- Que boca, Gabriella... – Mordo o lábio e fecho brevemente os olhos.

Eu estou com tanta saudade dela que não estou conseguindo me controlar. Desde que iniciei minha vida sexualmente ativa, nunca fiquei tanto tempo sem sexo como fiquei depois que descobri que estava apaixonado pela Gabi.

- Goza na minha boca. – Ela dá uma pausa para falar.

Fico surpreso com seu pedido, mas não nego. De agora em diante eu faço tudo o que ela quiser.  Ela volta a me chupar, dando forte chupadas na cabeça do meu pau justamente pra me fazer perder o controle que me falta nesse momento.

- Caralho... – É a única palavra que consigo dizer antes de um gemido rouco quando gozo em sua boca.

Vejo o liquido escorrer pelo canto da boca rosada dela, enquanto ela engole o restante. E como se toda aquela cena não fosse suficiente pra me deixar louco, ela ainda passa a língua envolta dos lábios limpando o resto. E o resíduo que ficou em seu queijo, ela passa o dedo e o lambe em seguida, tudo isso sem tirar seus lindos olhos verdes de mim.

- Garota... – Seguro seus braços a levantando e a jogo na cama. – Você não existe. – Selo nossos lábios de maneira fervorosa e ela retribui enroscando seus finos dedos nos meus cabelos e os puxando da maneira que eu gosto. – Desse jeito eu não vou deixar você ir embora.
- Você não imagina o quanto eu quero ficar também. – Ela responde me olhando e ouço meu celular tocando dentro da calça.

Levanto e pego o aparelho, no visor vejo o nome da mãe da Gabriella e mostro pra ela que em seguida faz uma careta.

- Alô!
- Horster, a Gabriella ainda está aí? – De fundo ouço a Skye chorando.
- Sim.
- Peça para ela vim embora. A Skye está chorando muito, é cólica ou ela está com fome. O leite que ela deixou aqui já acabou.
- Tudo bem, eu aviso. Tchau!

Dou o recado para Gabriella que logo começa a se xingar e sai do quarto para pegar o resto de suas roupas que estão na sala. Suspiro e me visto também.

- Estou me sentindo uma péssima mãe. – Ela me olha quando desço.
- Meu amor, você não é uma péssima mãe. – Seguro o rosto dela. – E em breve isso vai acabar, vocês vão vim morar comigo. – Ela sorri fraco e dou um selinho nela.

Pego a chave do carro e vou para o elevador com ela.
Deixo minha sweetchild na casa dela,  morrendo de vontade de ficar lá com ela, mas com a mãe dela lá, sem chance. Ao chegar em casa, pego meu celular e vejo que minha irmã me mandou uma foto da minha sobrinha. Meu peito aperta de saudade e o incomodo também bate ao lembrar que eu ainda não contei pra minha irmã que tenho uma filha. Suspiro e  faço uma vídeo chamada com ela.

- Oi Ollie. – Ela atende super animada e sorrio.
- Oi, Robyn.
- Que milagre você me ligar, está desocupado hoje? Normalmente trabalha até tarde.
- Estou tranquilo agora à noite. – Sorrio ao ouvir minha sobrinha gritar ao ouvir minha voz.
- Tio! – Ela senta do lado da Robyn e sorri.
- Oi minha, princesa. – Sorrio com o coração transbordando de alegria. – Como você tá?
- Estou com saudade. – Ela faz uma carinha triste que me parte o coração.
- Eu vou tentar tirar alguns dias de folga para ver você, tabom? – Falo e ela sorri animada.
- E como estão as coisas aí, Ollie? Estou te sentindo tão radiante, é a filha do Portilla? – Minha irmã sorri maliciosa e rio.
- É... digamos que sim.
- Está mesmo com ela? – Ela pergunta surpresa.
- Agora sim... mas aconteceu muita coisa nesse tempo. – Suspiro. – Inclusive, uma dessas coisas eu quero te contar, por isso te liguei.
Minha irmã fala pra Mel ir brincar para que possamos conversar á sós.
- O que aconteceu? – Ela me olha sério.
- Quando eu fui com a Gabriella para Chicago, não tínhamos um relacionamento sério, você sabe que não namoro, e por ela ser uma menina nova e que gosta de namorar, tivemos muitos problemas e um deles fez ela se afastar de mim de vez. Foi um período muito difícil pra mim porque descobri que estava completamente apaixonado por ela, mas ela estava tão puta da vida comigo que não queria nem olhar na minha cara. E depois eu encontrei ela com um amigo meu, o Wesley em um restaurante e em alguns eventos e achei que eles estavam tendo um caso, então quem não quis mais vê-la fui eu. Depois de uns meses ele chegou no meu escritório dizendo que ela estava gravida, eu logo disse que o filho não era meu e sim dele.  E ai fiquei com mais ódio dele e da Gabriella, até que no trabalho lá na Channel, Gabriella passou mal e eu corri pra socorre-la. Ela entrou em trabalho de parto e quando a criança nasceu. – Sorrio emocionado lembrando daquele dia. – Era completamente a minha cara. Todas as enfermeiras só sabiam falar o quanto a criança se parecia comigo...
- Espera aí... – Minha irmã pisca várias vezes tentando processar tudo o que falei. – Você está me dizendo que você tem um filho?
- Uma filha! – Sorrio. – A Skye.
-  Sério, Oliver? – Ela fica me olhando surpresa.
- Eu sei que é difícil de acreditar, nem eu acreditei, mas é sério. – Rio.
- Meu Deus, Oliver. – Ela leva as mãos na boca e eu rio de sua reação. – Cadê ela? Está aí?
- Ainda não, mas em breve vai vim morar. Fiz um quarto pra ela. – Sorrio orgulho.
- Ai, eu quero conhecer minha sobrinha, Oliver.
- Quando desligarmos aqui te envio algumas fotos. Ela é a minha cara. – Sorrio.
- Já contou pra mãe?
- Não, na verdade não queria, mas sei que terei que contar. -  Suspiro.
- Com certeza e você sabe se não contar, eu conto. 

Rolo os olhos e suspiro.

- Eu vou contar... Bom, desligar agora.
- Tudo bem, só não esquece de mandar a foto da princesinha. – Ela sorrio e sorrio também.
- Tudo bem, beijos Rob e dá um beijo na Mel.
- Tudo bem, beijo!!
Desligo a chamada de vídeo e logo envio as fotos para ela que me manda um áudio toda melosa elogiando minha filha.

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(Semanas depois)

Na sexta-feira eu tiro o dia de folga para ajudar Gabriella na mudança para minha casa. Não era uma mudança grande, ela estava levando somente as roupas dela e da Skye, mas mesmo assim eu fiz questão de ficar com elas hoje
.
Enquanto Gabriella começa a colocar suas roupas no closet, fico deitado na cama namorando a minha filha. Nunca pensei que ser pai fosse algo tão bom, é um sentimento que eu não sei explicar.

- Que amorzinho vocês dois. – Gabriella aparece no quarto e sorrio.
- Ela é tão linda. – Sorrio. – Não dá pra acreditar que fui eu quem fez.
- Você fez sozinho? – Ela levanta uma sobrancelha.
- Não, mas poderia porque ela é totalmente minha cara. – Rio e ela faz careta.
- A gente carrega nove meses uma criança na barriga pra nascer com a cara do pai. – Ela rola os olhos e rio alto.
- Sua sorte é que sou bonito.
- E convencido! – Ela cruza os braços e levanto a puxando pra mim.
- A gente pode tentar outra pra ver se nasce linda igual a mãe. – Sorrio e ela ri.
- Agora não, né. – Gabriella passa seus braços envolta dos meus ombros, ficando na ponta dos pés e me dá um selinho. – Ficou empolgado agora que é papai.
- Quero lotar essa casa de criança agora. – Dou um selinho nela e a Skye começa a resmungar.
- Está na hora de dar mamá pra ela. – Ela me solta e vai até a Skye.

Fico sentado ao lado dela conversando enquanto ela amamenta a nossa filha  e pensando como irei contar para minha mãe sobre a Skye. Sim, todo esse tempo e eu ainda não contei e o pior é que está chegando meu aniversário e ela sempre vem pra cá, mesmo que a minha relação com ela seja complicado, minha família sempre vem para me ver no meu aniversário.

- Você nunca pensou em tentar melhorar a relação com a sua família? Sei que o que aconteceu é complicado, mas nunca pensou em tentar? – Gabriella me olha e suspiro.
- Eu não consigo, já pensei, mas não consigo. – A olho e olho para Skye que agora dorme nos braços da Gabriella.
- Eu te entendo... – Ela acaricia meu rosto.

(...)

Gabriella’s POV


O aniversário de Oliver é no próximo fim de semana, ele me contou que não gosta de festa, desde que saiu da casa dos pais ele nunca mais comemorou seu aniversário, inclusive, já passou muitos sem ver sua família por magoa de tudo o que aconteceu.  E nos últimos dois aniversários, mesmo ele não querendo ver a família mesmo assim eles vieram por insistência de sua mãe, mesmo que ele continue sem fazer festa, ela vem parar dar os parabéns e agora eu vejo uma grande oportunidade de concertar mais essa fase da vida de Oliver. Não quero ser intrometida, mas agora somos uma família e eu só quero coisas boas na vida do meu amor. Colocarei meu plano em ação para colocar um fim nesse sentimento sombrio entre a família. 

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