domingo, 30 de dezembro de 2012

Capítulo 47 - shut up and kiss me

" cala a boca e me beija"



Max's POV

Estava quase dormindo com a massagem da Vic quando o escandoloso do Tom entra rindo no quarto, tomei um susto do c*&%#$
– vocês perderam o Jay acabou de cair na escada. - Ele disse rindo.
– Coitado! - Vic disse entrando na crise de risos do Tom.
– Tom, seja menos escandaloso desse jeito eu não vou mais ser apaixonado por você. - Disse.
– Desculpa amor. - Ele parou de rir e fez uma cara séria.
– Formamos um triângulo amoroso, é isso mesmo? - Vic perguntou rindo.
– Sim.- respondi e ri.
– Mas o Max é mais meu do que seu Vic. - Tom disse se sentando do meu lado. - Não é amor ? - Ele fez uma voz afeminada.
– Isso delicia. - Disse pegando na coxa dele e ele gemeu.
– As vezes eu tenho medo de vocês. - Vic disse saindo de cima das minhas costas e nós rimos.
– Você deveria ter medo se fosse nós dois atrás de você. - Tom disse e fez uma cara maliciosa.
– Epa Thomas, menos ai. - Disse o repreendendo e ele riu.
Tom pegou a toalha dele e foi tomar banho, Vic ficou sentada do meu lado e ficamos conversando a respeito da festa.
– Amor vou dormir. - Ela disse.
– Dorme aqui comigo? - Pedi.
– Mas Max o Tom ta aqui. - Ela disse.
– E o que é que tem, não vamos fazer nada demais sua safadinha, todo dia quer sexo tá pior que eu. - Disse rindo e ela me deu um tapa no braço.
– Seu idiota, malicioso. - Ela fingiu estar brava e foi se levantando da cama.
– To brincando amor, - Segurei ela pela cintura e puxei ela pra cama novamente. - Não fica bravinha.
– Me solta, seu chato. - Ela disse.
– Não vou soltar, você vai dormir comigo. - Disse
– Chato. - Ela disse se deitando.
– Linda. - Disse e abracei ela.
Tom saiu do banheiro com a toalha enrolada na cintura.
– Tape os olhos Vic, se não você vai gamar. - Tom disse.
– Ela vai ter a visão do inferno isso sim. - Disse e colocou as mãos nos olhos da Vic.
– Você ama essa visão do inferno. - Tom disse e Vic só ria.
– Adoro floresta amazonica. - Disse e Vic soltou uma gargalhada muito alta que até eu ri.
Depois de horas rindo e conversando acabamos dormindo.



Nathan's POV


Estava deitada impaciente na cama, olhei no relógio e era 11:25p.m.
– Liga pra ela. - Jay disse percebendo minha impaciencia.
– Ai cara se ela ainda estiver bolada comigo ? - Perguntei.
– Mais bolada ela vai ficar se você não ligar pra ela, isso sim. - Ele disse.
– Você tem razão. - Disse pensativo e peguei o celular.
Disquei o número dela, depois de um longo tempo de chamado pude ouvir a voz dela do outro lado da linha.


Ligação on


– Alô - Ela disse séria.
– Bia. - Disse.
– Fala Nathan. - Ela disse grossa.
– Bia eu queria conversar com você. - Disse.
– Nathan se você não percebeu isso não é hora de conversar é hora de dormir. - Ela respondeu.
– Beatriz você vai me ouvir. - Disse sério e autoritário.
– Quem você pensa que é pra falar assim comigo? Vou te ouvir um caralho. - Ela respondeu grossa e desligou o celular.

ligação off

– DROGA! - Xinguei tacando o celular na cama.
Me levantei e fui até o guarda-roupa peguei a primeira calça e a primeira camiseta que vi na frente e comecei a me vestir.
– A onde você vi uma hora dessa ? - Jay me olhava confuso.
– Conversar com a Bia. - Respondi vestindo a camisa.
– Nathan uma hora dessa? - Jay disse.
– não interessa, eu preciso falar com ela e vai ser agora. - Respondi colocando meus tênis.
– Isso é loucura, mas boa sorte. - Jay disse e eu sai do quarto.



Bia's POV


Quem o Nathan tá pensando que é pra falar desse jeito comigo? Desde aquele dia ele não me ligou e nem nada agora ele liga e ainda quer me obrigar a ouvir ele ? Esse muleque tá pensando que sou troxa, que sou aquelas garotinhas bobinhas e apaixonadas e vai deixar o Nathan Sykes mandar e desmandar em mim.
Apaguei a luz e me deitei na tentativa de dormir mas infelizmente a voz grossa do menino de olhos verdes ficou martelando em minha mente até que fui acordada dos meus desvaneios com a campainha tocando loucamente.
– MAS QUE PORRA - Gritei.
O ruim de seus pais irem viajar é que nunca terá alguem pra fazer algo pra você. Me levantei estressada e com um pouco de medo, quem será uma hora dessa? Olhei pelo olho mágico e vi alguem semelhante ao Nathan, olhei de novo e era o próprio. O que ele quer aqui?
– O que você tá fazendo aqui? - Perguntei ao abrir a porta.
– Você vai ter que me escutar. - Ele disse entrando sem ao menos pedir licença.
O próprio trancou a porta e ficou me encarando, fiquei surpresa com a atitude dele.
– Nathan! - Disse o repreendendo pela atitude.
– Shhh! Eu vim aqui pra conversar com você. - Ele disse autoritario.
– Eu não tenho nada pra conversar ....
Tentei continuar mas fui interrompida pelos lábios do Nathan colados nos meus brutalmente, o garoto me colocou contra a parede e segurou meus braços que tentava afastar ele de mim. Tentei resistir mas não deu, por mais que eu estivesse com raiva do Nathan eu sentia falta dele, eu sentia falta dos beijos, pegada, do cheiro dele. Cedi o beijo, ele foi soltando meus braços lentamente e segurou firme minha cintura me puxando pra ele com uma força e um impacto que na hora minhas pernas bambearam. Nathan pucou minha perna pra cima e eu entrelacei-as em sua cintura, ele pertava minha coxa e me beijava com vigor, comecei a puxar levemente os cabelos dele e ele foi começou a subir as escadas em direção ao meu quarto.
Entramos no quarto e ele fechou a porta com o pé, me levou até a cama me deitando lentamente na mesma ficando por cima de mim, ele começou a destribuir beijos no meu pescoço e no meu colo, uma de suas mãos abaixarou a alça da minha camisola e começou a beijar meu ombro. O calor só aumentava ainda mais, comecei a subir a blusa do Nathan e ele mesmo a tirou jogando em qualquer lugar do quarto, sua mão foisubindo por de trás de minha coxa até chegar no meu bumbum que recebeu um apertão forte que me fez gemer. Nathan se levantou e começou a abrir a calça, aproveitei o momento e me livrei logo da camisola, fiquei apenas de calcinha o que fez Nathan sorrir malicioso. Ele ficou apenas de box e voltou pra cima de mim, suas mãos foram deslizando na minha coxa subindo até a região mais sensivel a tocando com delicadeza.
– Geme pra mim delicia. - Ele disse no meu ouvido e começou a fazer movimentos circulares.
– aaah nathan...
Ele mordeu o lóbulo da minha orelha e colocou a mão por dentro da minha calcinha.
– molhadinha. - Ele sussurrou no meu ouvido o que fez o fogo aumentar.
– Nathan acaba com essa tortura. - Disse.
– Quero mais. - Ele disse e tirou minha calcinha.
O garoto puxou meu corpo um pouco pra cima e se ajeitou entre minhas pernas, ele começou um maravilhoso sexo oral, eu estava me segurando para não chegar ao orgasmo logo mas estava quase impossivel.
– AAAAAH NATHAN, AAAAAAH - Gritei quando ele chupou meu clitóris.
– Geme mais. - Ele disse e me chupou mais um vez.
– AAH PQP NATHAN ME FODE LOGO. - Não aguentei.
– o que você disse ? - Ele perguntou e me chupou de novo.
– AAAAAH CARALHO NATHAN ME FODE LOGO ME COME, ACABA COM ESSE AGONIA EU NÃO AGUENTO MAIS PRECISO DE VOCÊ DENTRO DE MIM. - Disse.
– Assim que eu gosto. - Ele disse sorrindo sarcastico.
O garoto pegou a camisinha na carteira e se previniu logo em seguida penetrando em mim, gememos com o contato Nathan começou a estocar lentamente em mim aumentando as estocadas com forme meus gemidos. Durante o sexo Nathan ne olhava no fundo dos olhos como se quisesse mergulhar neles, ema impressionante o jeito que ele me olhava, eu via fogo naqueles lindos olhos verdes dele. Ficamos por 1 hora transando e depois caimos no sono.

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